Tudo vale a pena quando a alma não se apequena

Encontra-se disponibilizado no Portcom, Portal de Livre Acesso à Produção das Ciências de Comunicação, um estudo, da autoria de Luíza Beatriz Amorim Melo Alvim, mestre em Letras pela Universidade Federal Fluminense, do Rio de Janeiro, publicado originalmente no Anuário Internacional de Comunicação Lusófona 2006, e intitulado “Reafirmação da identidade e da cultura portuguesas em Manoel de Oliveira e José Saramago”.

O estudo desenvolve uma análise de dois filmes de Manoel de Oliveira, “Um filme falado” (2003) e “O Quinto Império – Ontem como Hoje” (2004), e ainda do livro “A jangada de pedra”, de Saramago, buscando, no entrecruzamento dessas obras, os rastros dos anseios de grandeza de Luís de Camões e Fernando Pessoa em relação ao idioma e ao Estado portugueses.

No resumo de seu texto, a autora começa chamando a atenção para o estatuto ainda “minoritário” do idioma no mundo, a despeito de ser uma das 10 línguas mais faladas na atualidade. Para sumular sua exposição, segue desfiando:

Porém o atual Estado português não se equipara ao seu passado de império ultramar. Revendo essa situação, o cineasta Manoel de Oliveira  e o escritor José Saramago costumam tematizar em suas obras a dificuldade de lidar com o esse estatuto minoritário e buscam defender a dignidade portuguesa. Dois temas estão marcadamente presentes nas suas obras: a valorização da identidade e da língua portuguesa e a viagem como forma de sua reafirmação, seja refazendo caminhos de antigos exploradores portugueses dos séculos XV e XVI ou revisitando momentos importantes da história de Portugal.

Encontra-se disponibilizado no Portcom, Portal de Livre Acesso à Produção das Ciências de Comunicação, um estudo, da autoria de Luíza Beatriz Amorim Melo Alvim, mestre em Letras pela Universidade Federal Fluminense, do Rio de Janeiro, publicado originalmente no Anuário Internacional de Comunicação Lusófona 2006, e intitulado “Reafirmação da identidade e da cultura portuguesas em Manoel de Oliveira e José Saramago”.

O estudo desenvolve uma análise de dois filmes de Manoel de Oliveira, “Um filme falado” (2003) e “O Quinto Império – Ontem como Hoje” (2004), e ainda do livro “A jangada de pedra”, de Saramago, buscando, no entrecruzamento dessas obras, os rastros dos anseios de grandeza de Luís de Camões e Fernando Pessoa em relação ao idioma e ao Estado portugueses.

No resumo de seu texto, a autora começa chamando a atenção para o estatuto ainda “minoritário” do idioma no mundo, a despeito de ser uma das 10 línguas mais faladas na atualidade. Para sumular sua exposição, segue desfiando:

Porém o atual Estado português não se equipara ao seu passado de império ultramar. Revendo essa situação, o cineasta Manoel de Oliveirae o escritor José Saramago costumam tematizar em suas obras a dificuldade de lidar com o esse estatuto minoritário e buscam defender a dignidade portuguesa. Dois temas estão marcadamente presentes nas suas obras: a valorização da identidade e da língua portuguesa e a viagem como forma de sua reafirmação, seja refazendo caminhos de antigos exploradores portugueses dos séculos XV e XVI ou revisitando momentos importantes da história de Portugal.

O texto pode ser obtido neste link:

http://revcom2.portcom.intercom.org.br/index.php/anuariolusofono/article/viewFile/1215/960

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